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Burnout nas organizações – o que fazer?

Aurea Regaço


Um estudo da Harvard Business Review mostra que 96% dos líderes entrevistados se sentem estressados e 33%, cronicamente esgotados. Outro estudo da consultoria Deloitte mostra que 77% dos entrevistados afirmam que a cultura do “sempre disponível” está prejudicando seu equilíbrio de vida e trabalho.

Os líderes são as peças chaves na cultura organizacional da empresa e no alcance dos resultados, eles interligam as diretrizes estratégicas às equipes. Seu papel é fundamental na condução do planejamento de forma consistente, equilibrada e sustentável. Nesse sentido, esses dados podem representar uma crise profunda no clima organizacional, transformando o ambiente em relações pesadas, que vão enfraquecendo o engajamento, a criatividade, a inciativa e a interação da equipe como um todo.  Em última instância, inclusive a manutenção de uma empresa saudãvel e longeva.

Mas o que pode ser feito para melhorar essa situação?

A resposta está no ambiente organizacional. Investir em equipes cujos soft skills sejam desenvolvidos poderá diminuir o peso sobre os gestores, proporcionar o engajamento, a criatividade e a iniciativa de todos na resolução de problemas.

Estimular atividades e ambiente anti-stress promove a recuperação física e mental, melhorando as atividades cognitivas, físicas e emocionais, que irão impactar no resultados da empresa.

A música apresenta-se nesse cenário como importante elemento para a melhoria do bem-estar e promoção de um ambiente organizacional saudável.

(Adataptado de Souto, Rafael. Do sucesso ao colapso: o sinal de alerta na liderança. Valor Econômico. São Paulo/SP, 12/09/2024) Disponível em: https://valor.globo.com/carreira/coluna/do-sucesso-ao-colapso-o-sinal-de-alerta-na-lideranca.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página.

 
 
 

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